2 years ago

 

Ele só queria que sua sombra parasse de segui-lo

2 years ago

Novas features do Photoshop. Fantástico! Hehe =D

2 years ago
Trabalhando até tarde…

Trabalhando até tarde…

2 years ago
os venenos que “matam” uma ideia.

os venenos que “matam” uma ideia.

2 years ago
I miss you…

I miss you…

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Um novo sonho

Olhou com olhos cansados, viu vir, mas não enxergou a vida passar à outra margem.

E naquele momento, em que o Ser acreditava ser verdade. Fechou os olhos pra ver chegar um novo sonho…

2 years ago
O segredo, meus caros, é gostar de quem gosta de você. O sentir ganha mais sentido.
2 years ago
Xerox Star 8010 Interfaces (1981)Esta foi a  fundação conceitual e estética  do que viriam a ser as interfaces gráficas do Mac OS e Windows.

Xerox Star 8010 Interfaces (1981)
Esta foi a  fundação conceitual e estética  do que viriam a ser as interfaces gráficas do Mac OS e Windows.

2 years ago

Kansas - Dust In the Wind

I close my eyes, only for a moment, and the moment’s gone
All my dreams, pass before my eyes, a curiosity
Dust in the wind, all they are is dust in the wind

Same old song, just a drop of water in an endless sea
All we do, crumbles to the ground though we refuse to see
Dust in the wind, all we are is dust in the wind.

Don’t hang on, nothing lasts forever but the earth and sky
It slips away, all your money won’t another minute buy

Dust in the wind, all we are is dust in the wind
Dust in the wind, all we are is dust in the wind
Dust in the wind, everything is dust in the wind…

2 years ago

A Princesa Que Não Quis Ser Salva.

Canção bonita e divertida que brinca com a idéia da princesa presa numa torre e que, ainda assim, não deseja ser salva pelo principe que a vem resgatar.

Do cantor português Paulo Praça.

2 years ago
Como libertar alguém

Eu nunca havia tirado nada de alguém, até hoje.

Quem me conhece sabe que eu sou muito mais o dar do que o receber. O que digo não é nem virtual nem virtude é apenas o que “sendo eu sei ser”.
O fato é que nesse momento sou incapaz de traduzir exatamente o que ou como estou sentindo. Talvez seja como viver pelo avesso. Sei lá e sei aqui que dói demais.

Não sou sábio (isso já é sabido) e não espero que me compreendam, gostaria, mas não espero. Nesse sentido, talvez essa ilustre história que não é minha consiga ilustrar a história que é minha:


Contam que um velho sábio peregrino caminhava com seu discípulo pelas estepes da velha China. Por dias eles caminhavam sem encontrar o menor sinal de civilização, nenhum rio ou qualquer vegetação de onde pudessem tirar alimentos. Muito ao longe, tiveram a impressão de avistar um pequena casa e passaram a seguir naquela direção. Chegaram a uma cabana de madeira, pararam e calmamente começaram a bater com as palmas das mãos na esperança de serem atendidos. Logo um velho senhor apareceu. Sua pele era queimada e muito curtida pelo sol. As mãos pareciam fortes como as mãos de alguém que preenchia seus dias inteiros com trabalhos pesados. Ao seu lado, timidamente surgiu um menino que espiava curioso.

Os visitantes foram convidados a entrar. Lavaram-se em uma bacia com limitada quantidade de água. Receberam leite, chá e queijo enquanto conversavam com a dona da casa que aparecera para servi-los.Na manhã seguinte, enquanto preparavam-se para a partida, o velho sábio perguntou: “Há vários dias andamos por estas pradarias. Nada encontramos, nada vimos. Como podem, vocês, sobreviver por aqui?”. Serenamente o ancião explicou: “Ali atrás da casa temos uma vaquinha. Uma vez por semana, ando cerca de dez horas até um pequeno lago de água empossada da curta época das chuvas. No lombo da vaca consigo trazer vários galões de água. Com a água, nos lavamos e bebemos. Com o que sobra regamos a pequena vegetação da qual a vaca se alimenta e uma pequena moita de chá. Tiramos o leite e ainda o aproveitamos para fazer queijo. Desta maneira montamos nosso dia a dia”.
Gratos, os andarilhos despediram-se a seguiram viagem. Passadas algumas horas, o sábio peregrino pára e diz ao seu aprendiz: “Volte àquela casa, sem ser visto, pegue a vaquinha e traga ela para cá”. Sentindo-se desnorteado ao duvidar pela primeira vez da índole de seu mestre, o jovem obedeceu. 
No dia seguinte encontraram alguns viajantes, aos quais o velho presenteou com a vaca. O seu aprendiz nada compreendeu. Alguns anos depois o jovem aprendiz tornara-se um peregrino solitário. No meio de seu caminhar reconheceu a região pela qual, há muitos anos, passara com seu mestre. Após alguns dias avistou o que pareceu ser uma pequena vila. Ao chegar lá, viu uma venda onde alguns viajantes comiam e bebiam. Sentou-se a uma das mesas e pediu uma bebida. Entretido com seu lanche, pensou o que teria acontecido com aquela família da qual havia roubado a vaquinha. Certamente haviam morrido todos, sem alimentos e sem água. Sentiu-se mal com o que fizera e cambaleou com uma rápida tontura. A moça que servia a mesa aproximou-se rapidamente e perguntou se estava tudo bem. O peregrino respondeu que sim e disse:”Apenas me lembrei que neste local vivia uma família muito simpática e bondosa. Dividiram comigo o pouco que tinham para se alimentar. Penso o que terá acontecido com eles”. A moça sorriu e encaminhou o visitante até uma bela casa e explicou: “Aqui é a sede desta fazenda na qual o senhor está. Por favor, entre e aguarde”. O homem aguardou em uma grande sala até que um senhor veio de um dos quartos. Espantado, o andarilho reconheceu o senhor que o recebera em sua pequena casa muitos anos antes. Cumprimentaram-se com alegria e o jovem perguntou: ” O que aconteceu?!” 
O velho senhor contou a história: “Logo após sua partida, nossa querida vaca desapareceu misteriosamente. Certos de que não poderíamos viver e buscar água sem ela, começamos a pensar em outras alternativas. Cavamos em vários locais até que encontramos uma nascente subterrânea nas proximidades de nossa casa. Com isto tínhamos água à vontade. Irrigamos a terra e logo tínhamos muitas moitas de chá. Um mercador passou e ofereceu sementes de alguns vegetais em troca de um pouco de chá. Aceitamos e plantamos todos. Os viajantes passaram a saber que aqui tínhamos água e vinham sempre para cá durante suas jornadas. Trocando alimento e chá por outras coisas acabamos por montar uma bonita horta, uma estalagem e um pequeno restaurante. Temos vinte cabeças de gado e toda a minha família veio da cidade para trabalhar conosco”. 
O jovem sorriu aliviado. Não apenas tirara de seus ombros o peso por ter roubado a vaca, mas entendera, enfim, a última grande lição de seu mestre.

2 years ago

Dance…

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Procrastinação…

Procrastinação…

2 years ago
“Maldito encanamento da cozinha…”

“Maldito encanamento da cozinha…”


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